O certo vem de ré,
O infinito é logo ali
E o pra sempre... sempre acaba.
Por conta do destino,
Ou só pelo desgaste
Tudo passa, passo a passo.
Nada de segredos,
Todos são tolos, são brinquedos
E não há mais crianças para domá-los.
Não é pessimismo nem nada,
Não é praticidade nem nada...
Não é nada que não seja óbvio.
É a realidade gritante,
Que nem sempre ouvimos
Nem lemos, nem vemos, nem reconhecemos.