
Não compensa a neura, a correria demasiada, as não-idas ao toillete,
A busca excessiva pela fama, pelo sucesso, estressar-se diariamente...
Nem quando se olha o saldo bancário,
Nem quando se perde os amigos,
Nem quando se esquece o detalhe,
Nem quando se deixa de lado a si mesmo.
Porque aos 80 anos, sentado numa cadeira de balanço,
na varanda de uma casa ou de um asilo qualquer,
Só valerá a pena os momentos vividos e não os massacrados.